segunda-feira, 8 de maio de 2017

2ºA 2ºB (2º Bimestre)


ATIVIDADE FÍSICA E OSTEOPOROSE (texto 01)

Uma das mudanças mais notadas que ocorre com o envelhecimento, é a osteoporose, um aumento anormal da porosidade dos ossos, com conseqüente diminuição da resistência dos mesmos. A osteoporose caracteriza-se pelo alargamento da cavidade medular e pela diminuição da massa óssea. Geralmente, a perda da massa óssea pode ser atribuída a vários fatores: mudanças hormonais, deficiências nutricionais e diminuição da atividade física.
A inatividade associada com o envelhecimento é considerada a maior causa da alta incidência da osteoporose entre os idosos. Ela afeta principalmente as mulheres, que após os 35 anos mais ou menos, perdem cerca de 10% da massa óssea por década. Devido a diminuição dos níveis de estrógeno, e possivelmente pelo insuficiente consumo de cálcio e pelo sedentarismo. Nos homens a perda de massa óssea começa aproximadamente 20 anos mais tarde e a perda é cerca da metade que ocorre nas mulheres. A osteoporose é responsável pelos milhares de fraturas anuais, que ocorrem principalmente nas mulheres idosas.

----------------------------------------------------------------------------------------------------------

EFEITOS DO DESTREINAMENTO (texto 02)

O destreinamento, palavra inexistente em português, mas que como tantas outras fazem parte do nosso palavreado diário significa o término ou interrupção de uma atividade física ou de um treinamento com consequentes efeitos fisiológicos.
O que acontece quando paramos de treinar ou quando (por qualquer motivo) paramos de fazer exercícios?
Durante o destreinamento, os vários sistemas do corpo reagem diferentemente. Coyle e colaboradores realizaram um estudo em corredores que estavam treinando há 10 anos e pararam de treinar. Em apenas três semanas de destreinamento, fez com que houvesse um rápido declínio do volume sistólico. Já em 12 dias parados, o volume sistólico declinou 14% abaixo do nível de treinamento. O V02 máximo declinou 7% nos primeiros 21 dias. No fim de 8 semanas, os níveis das enzimas oxidativas nos músculos e diminuíram 40% dos níveis de treinamento.
A capilarização dos músculos, foi a que sentiu o menor efeito do destreínamento, caiu apenas 7% abaixo dos níveis de treinamento após 84 dias.
Outro estudo, desta vez feita em nadadores, verificou a mesma tendência. Em apenas uma semana parados, os nadadores perderam cerca de 50% das enzimas mitocondriais, que são as principais responsáveis pela capacidade respiratória dos músculos.

Esses estudos evidenciam o fato de que cessar o treinamento ou a prática regular de uma atividade física provoca a perda das adaptações fisiológicas adquiridas durante o treino ou prática. A prática da atividade deve ser frequente, contínua e regular, se queremos reter seus benefícios. 

0 comentários:

Postar um comentário