segunda-feira, 8 de maio de 2017

9º Ano (2º Bimestre)


9º Ano A B D (2º Bimestre)

HISTÓRIA DAS OLIMPÍADAS

Introdução: A cada quatro anos, atletas de centenas de países se reúnem num país sede para disputarem um conjunto de modalidades esportivas. A própria bandeira olímpica representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados, representando os cinco continentes e suas cores. A paz, a amizade e o bom relacionamento entre os povos e o espírito olímpico são os princípios dos jogos olímpicos.

Origem dos Jogos Olímpicos: Foram os gregos que criaram os Jogos Olímpicos. Por volta de 2500 a.C., os gregos já faziam homenagens aos deuses, principalmente Zeus, com realização de competições. Porém, foi somente em 776 a.C. que ocorreram pela primeira vez os Jogos Olímpicos, de forma organizada e com participação de atletas de várias cidades-estados. 
Atletas das cidades-estados gregas se reuniam na cidade de Olímpia para disputarem diversas competições esportivas: atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo (luta, corrida, salto em distância, arremesso de dardo e de disco). Os vencedores eram recebidos como heróis em suas cidades e ganhavam uma coroa de louros.
Além da religiosidade, os gregos buscavam através dos Jogos Olímpicos a paz e a harmonia entre as cidades que compunham a civilização grega. Mostra também a importância que os gregos davam aos esportes e a manutenção de um corpo saudável.
No ano de 392 d.C., os Jogos Olímpicos e quaisquer manifestações religiosas do politeísmo grego foram proibidos pelo imperador romano Teodósio I, após converter-se para o cristianismo.

Jogos Olímpicos da Era Moderna: No ano 1896, os Jogos Olímpicos são retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido como barão de Coubertin. Nesta primeira Olimpíada da Era Moderna, participam 285 atletas de 13 países, disputando provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismonatação e tênis. Os vencedores das provas foram premiados com medalhas de ouro e um ramo de oliveira.

Jogos Olímpicos da Era Moderna: No ano 1896, os Jogos Olímpicos são retomados em Atenas, por iniciativa do francês Pierre de Fredy, conhecido como barão de Coubertin. Nesta primeira Olimpíada da Era Moderna, participam 285 atletas de 13 países, disputando provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismonatação e tênis. Os vencedores das provas foram premiados com medalhas de ouro e um ramo de oliveira..


Jogos Olímpicos e Política
As Olimpíadas, em função de sua visibilidade na mídia, serviram de palco de manifestações políticas, desvirtuando seu principal objetivo de promover a paz e a amizade entre os povos. Nas Olimpíadas de Berlim (1936), o chanceler alemão Adolf Hitler, movido pela ideia de superioridade da raça ariana, não ficou para a premiação do atleta norte-americano negro Jesse Owens, que ganhou quatro medalhas de ouro. Nas Olimpíadas da Alemanha em Munique (1972), um atentado do grupo terrorista palestino Setembro Negro matou 11 atletas da delegação de Israel.  A partir deste fato, todos os Jogos Olímpicos ganharam uma preocupação com a segurança dos atletas e dos envolvidos nos jogos.
 Jesse Owens: quatro medalhas de ouro nas Olimpíadas de Berlim (1936)
Em plena Guerra Fria, os EUA boicotaram os Jogos Olímpicos de Moscou (1980) em protesto contra a invasão do Afeganistão pelas tropas soviéticas. Em 1984, foi a vez da URSS não participar das Olimpíadas de Los Angeles, alegando falta de segurança para a delegação de atletas soviéticos.

Você sabia?
- No ano de 1916, as Olimpíadas deveriam ocorrer na Alemanha. Porém, em função da Primeira Guerra Mundial, os Jogos Olímpicos foram cancelados.
- Em função da Segunda Guerra Mundial, os Jogos Olímpicos de 1940 e 1944 também foram cancelados.
- Críquete, Tiro ao Pombo e cabo-de-guerra já foram esportes olímpicos.
- Em 2016, as Olimpíadas foram realizadas na cidade do Rio de Janeiro.

1ºA 1ºB 1ºC (2º Bimestre)



ATIVIDADE FÍSICA E ENVELHECIMENTO (texto 1)

O envelhecimento é universal declinamente progressivo e intrínseco, Em outras palavras, todo mundo envelhece. Perdas estruturais e funcionais estão envolvidas nesse processo que relutantemente progride com o passar do tempo. Esse processo deve ser considerado inato e não patológico, Há evidências que existe um declínio linear na maioria das reservas funcionais dos sistemas do corpo, após a idade de 30 anos, Como todas as outras fases da vida, o envelhecimento apresenta uma série de mudanças orgânicas, psíquicas e sociais.
Os cientistas tentam entender porque a vida humana dura apenas cerca de 120 anos, e porque tão poucas pessoas alcançam esse máximo biológico, e ainda porque o envelhecimento é sinônimo de declínio mental e físico.

IDADE
25 anos
45 anos
65 anos
85 anos
Freqüência Cardíaca Máxima

100%

94%

87%

81%
Capacidade Pulmonar
100%
82%
62%
50%
Força Muscular
100%
90%
75%
55%
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Dor Muscular (texto 2)

Há Dois tipos de dores musculares:
O primeiro acontece durante a prática da atividade física e é aguda. Esse tipo de dor é na maioria das vezes devido a um fluxo insuficiente de sangue nos músculos que fazem os movimentos e acaba logo. O segundo tipo de dor acontece de 24 a 48 horas depois.
Há várias explicações possíveis para a dor muscular, principalmente após um treino de força:

1) roturas microscópicas no tecido muscular;
2) mudanças na pressão osmótica e retenção de água;
3) espasmo muscular e
4) super alongamento e talvez roturas (micro lesões) do tecido conectivo.

O principal "delinquente" parece ser a contração excêntrica. Este tipo de contração produz a maior quantidade de tensão porque as forças externas são maiores que a força que o músculo pode gerar por contração. Por isto os músculos se submetem às forças externas (por exemplo, a força da gravidade) e se alonga, ao contrário do que acontece com a contração concêntrica nas quais as fibras musculares se encurtam.
A grande quantidade de tensão produzida pode danificar os músculos e especialmente as articulações. Mais especificamente, os danos ocorrem no tecido conectivo dentro e fora do músculo, incluindo os tendões.
A maneira ideal de fazer desaparecer as dores musculares é realizar um trabalho moderado na região muscular dolorida, com o objetivo de ativar a circulação.


"EM TERMOS DE EXERCÍCIOS, O MAIOR ERRO DAS PESSOAS É FAZER DEMAIS EM POUCO TEMPO. O SEGREDO ESTÁ NA REGULARIDADE E NA MODERAÇÃO.”



LINK para o download do livro Didático:
Trabalho: textos das páginas: 128, 129 e 130.

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2ºA 2ºB (2º Bimestre)


ATIVIDADE FÍSICA E OSTEOPOROSE (texto 01)

Uma das mudanças mais notadas que ocorre com o envelhecimento, é a osteoporose, um aumento anormal da porosidade dos ossos, com conseqüente diminuição da resistência dos mesmos. A osteoporose caracteriza-se pelo alargamento da cavidade medular e pela diminuição da massa óssea. Geralmente, a perda da massa óssea pode ser atribuída a vários fatores: mudanças hormonais, deficiências nutricionais e diminuição da atividade física.
A inatividade associada com o envelhecimento é considerada a maior causa da alta incidência da osteoporose entre os idosos. Ela afeta principalmente as mulheres, que após os 35 anos mais ou menos, perdem cerca de 10% da massa óssea por década. Devido a diminuição dos níveis de estrógeno, e possivelmente pelo insuficiente consumo de cálcio e pelo sedentarismo. Nos homens a perda de massa óssea começa aproximadamente 20 anos mais tarde e a perda é cerca da metade que ocorre nas mulheres. A osteoporose é responsável pelos milhares de fraturas anuais, que ocorrem principalmente nas mulheres idosas.

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EFEITOS DO DESTREINAMENTO (texto 02)

O destreinamento, palavra inexistente em português, mas que como tantas outras fazem parte do nosso palavreado diário significa o término ou interrupção de uma atividade física ou de um treinamento com consequentes efeitos fisiológicos.
O que acontece quando paramos de treinar ou quando (por qualquer motivo) paramos de fazer exercícios?
Durante o destreinamento, os vários sistemas do corpo reagem diferentemente. Coyle e colaboradores realizaram um estudo em corredores que estavam treinando há 10 anos e pararam de treinar. Em apenas três semanas de destreinamento, fez com que houvesse um rápido declínio do volume sistólico. Já em 12 dias parados, o volume sistólico declinou 14% abaixo do nível de treinamento. O V02 máximo declinou 7% nos primeiros 21 dias. No fim de 8 semanas, os níveis das enzimas oxidativas nos músculos e diminuíram 40% dos níveis de treinamento.
A capilarização dos músculos, foi a que sentiu o menor efeito do destreínamento, caiu apenas 7% abaixo dos níveis de treinamento após 84 dias.
Outro estudo, desta vez feita em nadadores, verificou a mesma tendência. Em apenas uma semana parados, os nadadores perderam cerca de 50% das enzimas mitocondriais, que são as principais responsáveis pela capacidade respiratória dos músculos.

Esses estudos evidenciam o fato de que cessar o treinamento ou a prática regular de uma atividade física provoca a perda das adaptações fisiológicas adquiridas durante o treino ou prática. A prática da atividade deve ser frequente, contínua e regular, se queremos reter seus benefícios. 

3ºA e 3ºB (2º Bimestre)

POSIÇÃO ANATÔMICA (texto 01)

A posição anatômica é uma convenção adotada em anatomia para descrever as posições espaciais dos órgãos, ossos e demais componentes do corpo humano. Na posição anatômica, o corpo estudado deve ficar ereto (de pé), calcanhares unidos, com os olhos voltados para o horizonte, os pés também apontados para frente e perpendiculares ao restante do corpo, braços estendidos e aplicados ao tronco e com as palmas das mãos voltadas para frente (os dedos estendidos e unidos). Deve-se notar que não é a posição normal dos braços, que normalmente ficariam em torção mais ou menos medial (com as palmas voltadas para o corpo, em pronação). É uma posição em que há consumo de energia.
O corpo humano na posição anatômica pode ser dividido conceitualmente em planos.

PLANOS ANATOMICOS


Plano Frontal (ou coronal): Formado pelos eixos transversal e longitudinal, divide o corpo em porção anterior e posterior. Movimento em torno do eixo sagital. Também denominado coronal ou Lateral. (proporciona visão anterior ou posterior da estrutura corporal).




Plano Sagital: Formado pelos eixos sagital e longitudinal, divide o corpo em porção esquerda e direita. Movimento em torno do Eixo Transversal. (proporciona visão lateral ou medial da estrutura corporal).




 Plano Transversal: Formado pelos eixos transversal e sagital, divide o corpo em porção superior e inferior. Movimento em torno do eixo Longitudinal. (proporciona visão superior ou inferior da estrutura corporal).


ANEXOS:

Crânio Plano Frontal (ou coronal): Vista anterior 

Crânio Plano Sagital: Vista medial

Crânio Plano Transversal: Vista superior

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(texto 02)
A RELAÇÃO ENTRE A TELEVISÃO E O VOLEIBOL NO ESTABELECIMENTO DE SUAS REGRAS 
(Fabiano Antônio dos Santos e Neusa Maria Domingues)

A televisão é uma forma de transmissão que atinge grande parte dos lares brasileiros, divulgando uma série de informações ideologicamente determinadas por seus programadores e/ou patrocinadores, que visam atingir às exigências de telespectadores e patrocinadores, além de interesses políticos e ideológicos.
Nessa adequação da programação a ser exibida, o esporte ocupa local central, por vários fatores que contribuem aos objetivos da televisão.
A mídia televisiva diversifica suas programações, objetivando adquirir sempre maior público. Para isso, cada emissora de televisão procura transformar as transmissões esportivas em atrações que beiram ao espetáculo.
Um exemplo disso é a transmissão das Olimpíadas, Copa do Mundo e recentemente o Pan Americano.
Estes eventos esportivos apresentam o confronto de culturas, com atletas de diversas nacionalidades, marcado por cores, movimentos, músicas, puro espetáculo.
A televisão destina, ao esporte, horários diversificados de transmissão, procurando atender, quase sempre, a lógica mercadológica imposta às transmissões, um grande exemplo são os jogos do campeonato Brasileiro as quartas feiras que só começam quando acaba a novela.
Se observar a qualidade dessas transmissões, você verá que a televisão tem como aspecto principal a informação já bastante simplificada, ou seja, reportagens curtas, de fácil entendimento.
Mas o que essas características têm em comum com o esporte em geral e, especificamente, com o voleibol?
Vejamos: a programação da televisão não deve ser maçante ou entediante. Deve proporcionar ao público novas emoções e sensações a todo instante. O voleibol, assim como qualquer esporte, não possui enredo pré-definido.
O jogo de interesses da mídia determinam as regras do esporte, sem que os torcedores possam opinar. Você se lembra de como eram as antigas regras do voleibol? Faça a comparação com as regras atuais, e acompanhe os reais interesses por trás das modificações.

Voleibol à moda antiga:
A principal característica do voleibol praticado antes das principais modificações de suas regras era sua dinamicidade. As partidas eram muito demoradas, o que ocasionava, ao esporte, certa dificuldade de espetacularização. As regras deste esporte modificaram-se com o passar dos anos, refletindo inclusive às necessidades televisivas.
Acompanhe abaixo algumas regras que vigoraram por muito tempo, porem atrapalhavam o interesse da televisão no voleibol.
·         O sistema de vantagens aplicado ao voleibol era o principal problema. O ponto era marcado somente quando a equipe recuperasse a vantagem e, logo em seguida, confirmasse a vantagem adquirida. Isso se tornava um grande problema, pois partidas chegavam a durar de 3 a 4 horas.
·         Outra característica é a possibilidade de tocar a bola com outras partes do corpo. Era permitido apenas o contato com partes do corpo que fossem acima da cintura.
·         O local destinado para o saque era restrito, a um espaço pré-estipulado, não sendo possível sua transposição.
·         Para a recepção da primeira bola, não era permitido o contato com as mãos separadas umas das outras, caracterizando 2 toques.
·         O saque, ao tocar a rede, era imediatamente anulado, dando a vantagem à equipe adversária.
Este conjunto de regras sofreu transformações que possibilitaram ao jogo uma maior dinamicidade e previsão temporal. Isso teve, na mídia, uma grande aliada. E como podemos perceber a mídia tem forte influencia na mudança de regras esportivas.


sábado, 25 de março de 2017

9ºA e 9ºB (1º Bimestre)

1º BIMESTRE
9ºA e 9ºB (2017)

Jogos cooperativos e jogos competitivos

O aumento da conscientização da necessidade de incentivar e desenvolver o espírito de cooperação, de participação numa comunidade, vem transformando profundamente o estilo de se trabalhar em grupo. A própria capacidade cooperativa é um quesito valorizado na hora de conseguir emprego, porque as pessoas estão descobrindo que não dá para ir muito longe sozinhas.
O conceito de jogos cooperativos teve início com Terry Orlick, pesquisador canadense que, a partir de estudos iniciados nos anos 70, desenvolveu o princípio destas atividades físicas cujos elementos primordiais são: a cooperação, a aceitação, o envolvimento e a diversão.
A ideia difundiu-se e hoje diversos autores desenvolvem jogos cooperativos aplicados à educação, administração de empresas e serviços comunitários.
Orlick questionou as regras dos jogos tradicionais e adaptou-os para transformá-los em jogos cooperativos. Neles o confronto é eliminado e jogam-se uns COM os outros, ao invés de uns CONTRA outros. A comunicação e a criatividade são estimuladas para se alcançar um objetivo comum.

No Brasil, Fábio Otuzi Brotto, autor do livro Jogos Cooperativos, é um dos precursores desse novo enfoque que visa, segundo ele, harmonizar o desenvolvimento da habilidade física com o desenvolvimento das potencialidades pessoais e coletivas dos alunos.
Nos jogos cooperativos existe cooperação, que significa agir em conjunto para superar um desafio ou alcançar uma meta, enquanto que nos jogos competitivos, cada pessoa ou time tenta atingir um objetivo melhor do que o outro. Ex.: marcar gols, cumprir um percurso em menor tempo, etc.
O quadro abaixo nos dá uma ideia das principais características dos dois tipos de jogos.

JOGOS COOPERATIVOS
JOGOS COMPETITIVOS
Visão de que "tem para todos"
Visão de que "só tem para uns"
Objetivos comuns
Objetivos exclusivos
Ganhar COM o outro
Ganhar DO outro
Jogar COM
Jogar CONTRA
Descontração
Tensão
A vitória é compartilhada
A vitória é somente para alguns

As atividades que privilegiam os aspectos cooperativos são importantes por contribuírem para o desenvolvimento do sentido de pertencer a um grupo, para a formação de pessoas conscientes de sua responsabilidade social, pois trabalham respeito, fraternidade e solidariedade de forma lúdica e altamente compensatória, levando a perceber a interdependência entre todas as criaturas. Nelas, ninguém perde ninguém é isolado ou rejeitado porque falhou. Quando há cooperação todos ganham, baseados num sistema de ajuda mútua.

Os jogos competitivos, por sua vez, também têm seu papel, quando nos ensinam a lidar com a competitividade existente dentro de nós. Compreender a competição e as emoções relacionadas a ela. Afinal, a competição pode gerar diversos conflitos e emoções desagradáveis. Pode levar à comparação, frustração, ao sentimento de vitória ou de derrota, à exclusão, contudo, podem contribuir para ajustar a percepção destes momentos à sua verdadeira dimensão íntima, visando o equilíbrio.
Quando saudável, a competição pode permitir que uma pessoa chegue a um desempenho que dificilmente conseguiria alcançar sem a contraposição de outra. Segundo Schutz, a competição é prejudicial quando há a tentativa de trapacear, quando há um gasto excessivo de energia para ganhar ou, ainda, quando representa a diminuição do adversário. Do contrário, ela pode ser altamente positiva, preparando a pessoa inclusive para a competitividade da própria vida. Assim, a presença do outro em situações de comparação e disputa pode levar a um significativo aprimoramento cognitivo, afetivo, motor e social.

--------------------------------------FIM DO CONTEÚDO DO 9º ANO-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

1ºA 1ºB e 1°C (1º Bimestre)

1º BIMESTRE
1ºA 1ºB e 1ºC (2017)
IMC
O índice de massa corporal (IMC) é uma medida internacional usada para calcular se uma pessoa está no peso ideal.
Ele foi desenvolvido por Lambert Quételet no fim do século XIX. Trata-se de um método fácil e rápido para a avaliação do nível de gordura de cada pessoa
Cálculo
O IMC é determinado pela divisão da massa do indivíduo pelo quadrado de sua altura, onde a massa está em quilogramas e a altura está em metros.





Exemplo:
Para uma pessoa com 72 quilogramas de massa e 1,70 metros de altura, teremos:





Classificação
      
IMC
Classificação
Menor que 18,5
Magreza
Entre 18,5 e 24,9
Saudavel
Entre 25,0 e 29,9
Sobrepeso
Entre 30,0 e 34,9
Obesidade Grau I
Entre 35,0 e 39,9
Obesidade Grau II (severa)
Maior que 40,0
Obesidade Grau III (morbida)

IMC em Crianças e Adolescentes
As crianças naturalmente começam a vida com um alto índice de gordura corpórea, mas vão ficando mais magras conforme envelhecem. Além disso, também há diferenças entre a composição corporal de meninos e meninas. A faixa de IMC normal pode ficar mais alta para as meninas conforme elas vão amadurecendo, já que as adolescentes normalmente têm mais gordura corporal do que os adolescentes. Um garoto e uma garota da mesma idade podem ter o mesmo IMC, mas a garota pode estar no peso normal enquanto o garoto pode estar correndo risco de ficar acima do peso.

Limitações do IMC
Há alguns problemas em usar o IMC para determinar se uma pessoa está acima do peso. Por exemplo, pessoas musculosas podem ter um Índice de Massa Corporal alto e não serem gordas. O IMC também não é aplicável para crianças, sendo que precisa de gráficos específicos. Além disso, não é aplicável para idosos, para os quais se aplica classificação diferenciada.

Peso Mínimo e Peso Máximo

*Para calcular o peso mínimo é utilizada a seguinte fórmula:
Pmin = (18,5 x massa)/IMC      

Exemplo:          Pmin = 18,5 x 72 Kg = 1332
                          Pmin = 1332/24,91   = 53,472

Ou seja, o peso mínimo para essa pessoa seria 53,472 kg.



*Para calcular o peso máximo é utilizada a seguinte fórmula:
Pmax = (24,9 x massa)/IMC      

Exemplo:          Pmax = 24,9 x 72 Kg =  1792,8
                          Pmax = 1792,8/24,91 = 71,971 Kg
                                             
Ou seja, o peso máximo para essa pessoa seria 71,971 kg.


--------------------------------------FIM DO CONTEÚDO DO 1º ANO-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

2ºA 2ºB (1º Bimestre)

1º BIMESTRE
2ºA e 2ºB (2017)

UTILIZAÇÃO DE GORDURAS DURANTE O EXERCÍCIO
As gorduras contribuem com aproximadamente 50% do total da produção de energia durante o repouso, o restante vem dos carboidratos.
 A quantidade de gordura utilizada durante o exercício depende do tipo de exercício. Exercícios prolongados com baixa intensidade aumentam à dependência de gordura, que pode contribuir com 80% ou mais das necessidades de energia no músculo. Se a intensidade do exercício aumenta, a dependência de gordura diminui.
Importante lembrar que nenhum exercício depende de gordura ou carboidrato exclusivamente, o metabolismo de ambas as fontes são importantes para o exercício.
A principal vantagem da gordura é seu alto conteúdo energético: 1 grama de gordura oferece cerca 9 calorias, enquanto 1 grama de carboidrato ou proteína oferece cerca de 4 calorias.
A gordura é uma fonte de energia muito mais concentrada.
Mas, as gorduras também têm suas desvantagens. Sua queima requer uma exigência absoluta de oxigênio, isto é; a gordura só pode ser queimada aerobiamente ao contrário dos carboidratos que podem ser queimados aerobiamente e por meios anaeróbicos.
Além do mais, a queima de gordura é muito mais lente, comparada com a dos carboidratos.
Um componente importante no metabolismo da gordura é o acido pantatênico, que é um componente do complexo de vitaminas B.
A realização de exercício aumenta o consumo de oxigênio, que é utilizado na oxidação das gorduras. O treino aumenta os níveis de enzimas que utilizam gorduras.


(continuação do conteúdo do 1º Bimestre)

TIPOS DE CONTRAÇÕES MUSCULARES
Há três tipos básicos de contrações musculares:
- Isométrica;
- Isotônica concêntrica; e
- Isotônica excêntrica.
Uma contração isométrica ocorre quando o músculo se contrai, produzindo força sem mudar o seu comprimento. O músculo se contrai, mas nenhum movimento ocorre. O ângulo da articulação muda.
Uma contração isotônica pode ser dividida em concêntrica e excêntrica. Uma contração concêntrica ocorre quando há movimento articular, o músculo diminui e as fixações musculares se movem em direção uma da outra.
Uma contração excêntrica ocorre quando há movimento articular, mas o músculo parece alongar, quer dizer, as extremidades se distanciam.

1. Contrações concêntricas
a) Fixações musculares se movem juntas, em direção uma da outra.
b) O movimento se faz contra a gravidade.
c) Se o movimento acontece com gravidade, o músculo está usando uma força maior do que a força da gravidade.

2. Contrações excêntricas
a) As fixações musculares se movem para longe uma da outra.
b) O movimento ocorre com gravidade.

(continuação do conteúdo do 1º Bimestre)
CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
Os músculos agonistas: são os agentes principais na execução de um movimento. Geralmente são os músculos que se contraem ativamente, sendo que além daqueles que produzem movimentos. Por exemplo, o tríceps do braço é um agonistas para a extensão do cotovelo, por outro lado, o bíceps do braço é agonista para a flexão do cotovelo, também é denominado músculo principal do movimento.

Os músculos antagonistas: são aqueles que possuem ação anatômica oposta à dos agonistas, seja para regular a rapidez ou a potência desta ação. Assim, o bíceps do braço é antagonista do tríceps do braço com relação à extensão do cotovelo. O antagonista tem o potencial de se opor ao agonista, mas geralmente se relaxa enquanto o agonista trabalha.

Os músculos sinergistas: são os músculos que se contraem ao mesmo tempo dos agonistas, porém não são considerados os principais responsáveis pelo movimento ou manutenção da postura, também é chamado de agonistas secundários. São músculos que dão suporte aos agonistas. Exemplo: O Deltoide é sinergista na flexão do cotovelo. 


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