quarta-feira, 24 de outubro de 2018

7º ANO (A e B)


3º TRIMESTRE 2018 - (7º anos)

ARTES MARCIAIS - BREVES CONCEITOS


 INTRODUÇÃO

As lutas e as artes marciais apresentam, em suas origens, características atribuídas à sobrevivência, ao exercício físico, ao treinamento militar, à defesa e ao ataque pessoal, além das implicações das tradições culturais, religiosas e filosóficas. Com o surgimento de outras necessidades e o desenvolvimento de novas técnicas, o ser humano atribuiu outro significado às lutas, e hoje vivenciamos as lutas como esporte. As lutas orientais são originárias de países como Índia, China, Japão e Coréia. Em sua formação, tinham um caráter voltado tanto para a defesa da nação, quanto para a do próprio praticante. Com o passar dos anos, principalmente após o contato dessas lutas com o Ocidente, surgiram alguns mestres que perceberam nelas potenciais possibilidades educativas, como autodomínio, superação de limites, aumento de concentração, exercício físico e atividades de lazer. Uma figura muito importe nas lutas é a presença do mestre, que sempre que possui uma postura de educador, e ensina aos seus “discípulos” lições que servem para a vida. Apesar de aparentemente o foco estar no oponente, o objetivo dessa prática é olhar e transformar a si mesmo, independentemente do outro.

Cada luta possui uma época e um local onde se originou, bem como uma evolução histórica própria. No entanto, o desenvolvimento de algumas modalidades cruza no tempo e espaço com outras. Em algumas a origem é difícil de ser definida. Em geral, nas artes marciais são comuns princípios filosóficos dando sentido aos movimentos técnicos e a conduta dos lutadores:

·         TAEKWONDO: são utilizados alguns conceitos norteadores para a arte marcial: cortesia, integridade, perseverança, autocontrole e espírito indomável.  "Taekwon-Do" significa "O caminho do pé e da mão".
·         AIKIDO: o princípio é o de lutar sem lutar. A técnica do Aikido engloba torções e imobilização do oponente através dos membros superiores, e movimentos de lançamento.
·         JUDÔ: usa-se a força do oponente contra ele mesmo. "Judô" significa “caminho da suavidade”.
·         CARATÊ é uma arte onde uma pessoa aprende a utilizar as suas mãos ou outros membros do corpo para se defender. Caratê significa  “Mão vazia”.
·         MUAY THAI: é uma luta Tailândia, também conhecido como boxe tailandês. Existe a mais de 2000 anos. “Muay Thai” significa "LUTA DA LIBERDADE", pois era com ela que o povo tailandês se defendia dos inimigos que tentavam ocupar o seu território.
·         KRAV MAGÁ: significa "combate próximo", é um sistema de combate corpo a corpo, desenvolvido pelo exercito de Israel, que envolve técnicas de luta, agarramento e golpeamento.

9º Ano B (3º Trimestre)

3º TRIMESTRE (9ºB)

CONTROLE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA NO ESPORTE

É importante compreender que para se ter uma vida saudável, não basta apenas realizar exercícios físicos, é preciso também entender a maneira correta de faze-lo. Muitas pessoas não alcançam os objetivos esperados devido a desinformação e acabam prejudicando a própria saúde.
Para elaborar um plano de exercícios, é necessário entender primeiramente que a frequência cardíaca (FC) é responsável pelo bombeamento de sangue para a corrente sanguínea, com finalidade de nutrir e oxigenar os músculos, os tecidos e as articulações. A prática de exercícios físicos fortalece a musculatura cardíaca, tornando o coração mais forte e resistente. Assim, ele bombeia o sangue com maior eficiência, diminuindo a frequência cardíaca para movimentar em mesmo fluxo sanguíneo a cada minuto.
Além do exercício físico, a idade também esta relacionada a FC. Com o passar dos anos, o número de batimentos cardíacos máximo diminui. Entre muitas formulas e tabelas a mais utilizada para calcular de modo aproximado a FC máxima para cada faixa de idade é a de KARNOVEN et Al (1957):

FC MÁXIMA = 220 – IDADE

Durante o exercício físico, é importante controlar a frequência cardíaca. Para cada nível de condicionamento e objetivo, existe uma faixa de treinamento a ser considerada, que pode estar entre 60% e 90% da FC máxima. Dessa maneira, é importante que um profissional prescreva a intensidade dos exercícios a serem realizados e a frequência cardíaca adequada a aptidão, aos interesses e as necessidades do praticante.


SAIBA A DIFERENÇA:

Atividade Física: Qualquer movimento corporal, produzido pelo musculoesquelético que resulta em gasto energético maior que os níveis de repouso, como o simples gesto de lavar o cabelo.

Exercício Físico: Refere-se a atividade planejada, estruturada e repetitiva que tem por objetivo a melhoria e a manutenção de uma ou mais componentes da aptidão física, como realizar uma caminhada com a duração de uma hora em ritmo acelerado com o objetivo de perder peso.

1º Ano (3º Trimestre)

(Texto 1)
O que são esteroides anabolizantes e quais são seus efeitos

Os esteroides anabolizantes androgênicos, geralmente conhecidos apenas pelo nome anabolizante, são substâncias sintéticas relacionadas ao hormônio masculino:  testosterona.
* “Anabolizantes” referem-se aos efeitos na construção de massa muscular
* “Androgênicos” aos efeitos de aumento das características masculinas.
* “Esteroides” referem-se a uma classe de drogas, as quais podem ser legalmente prescrevidas para tratar algumas condições médicas.

Algumas pessoas fazem uso dos esteroides anabolizantes para melhorar a performance atlética e/ou aparência física. Os usuários de esteroides anabolizantes os tomam oralmente ou por injeção, geralmente em ciclos de semanas ou meses interrompidos por pequenos períodos.

Efeitos dos anabolizantes no cérebro
Os efeitos agudos dos esteroides anabolizantes no cérebro são bem diferentes dos decorrentes de abuso de outras drogas. A principal diferença é que os esteroides anabolizantes não produzem euforia, significando que não engatilham a elevação rápida do neurotransmissor com o nome de dopamina. Porém, o uso em longo prazo de esteroides anabolizantes pode ter impacto em substâncias químicas do cérebro, afetando o humor e comportamento.

Sintomas de abstinência
Pessoas que usaram esteroides anabolizantes passam por sintomas de abstinência quando param de tomar a droga. Esses sintomas de abstinência incluem oscilações de humor, fadiga, impaciência, perda de apetite, insônia, redução do desejo sexual e vontade forte de voltar a usar os anabolizantes. Um dos sintomas mais perigosos de abstinência é a depressão, pois ela pode levar ao suicídio.

Efeitos adversos dos anabolizantes na saúde:
O uso de esteroides anabolizantes pode ter como efeitos problemas de saúde sérios e até irreversíveis. Alguns efeitos mais perigosos:
* Dano ao fígado,
* Icterícia (pigmentação amarelada na pele, tecidos e fluidos corporais),
* Retenção de fluidos,
* Pressão alta,
* Elevação do colesterol LDL (colesterol ruim),
* Diminuição do colesterol HDL (colesterol bom),
* Insuficiência renal, (problema no rim)
* Acne severa e
* Tremores.

Há alguns efeitos dos anabolizantes que são específicos para o sexo e idade da pessoa:
* Para homens: diminuição dos testículos, redução da quantidade de esperma, infertilidade, calvície, desenvolvimento de seios, elevação no risco de câncer de próstata.
* Para mulheres - Crescimento de pelo facial, calvície de padrão masculino, alteração ou interrupção do ciclo menstrual, crescimento do clitóris, voz grossa.

* Para adolescentes - crescimento interrompido devido à maturação esqueletal prematura e aceleração das mudanças da puberdade.


(Texto 2)
CAPOEIRA: História e Aspectos Filosóficos

A capoeira é uma expressão cultural Afro-brasileira que mistura
luta, dança, cultura popular e música. Desenvolvida no Brasil por escravos africanos e seus descendentes, é caracterizada por golpes e movimentos ágeis e complexos, utilizando os pés, as mãos, a cabeça, os joelhos, os cotovelos e golpes desferidos com bastões e facões, estes últimos provenientes do Maculelê. Uma característica que a distingue da maioria das outras artes marciais é o fato de ser acompanhada por música.
A palavra capoeira é originária do Tupi e refere-se às áreas de mata rasteira do interior do Brasil. (Capo = mato; Eira = cortado).
Os negros trouxeram consigo para a América as suas tradições culturais e religião. A opressão da escravatura foi o catalisador da capoeira. A capoeira foi desenvolvida pelos escravos do Brasil, como forma de elevar a sua moral, transmitir a sua cultura e principalmente como forma de resistir aos seus escravizadores. Geralmente era praticado nas capoeiras, e a noite nas senzalas onde os escravos ficavam acorrentados pelos braços, o que explica o fato de a maioria dos golpes ser desferidos com os pés, foi também muito praticada nos
quilombos, onde os escravos fugitivos tinham liberdade para expressar sua cultura.
Há registros da prática da capoeira nos séculos XVIII e XIX nas cidades de
Salvador, Rio de Janeiro, e Recife, porém durante anos sua prática era proibida e duramente reprimida.
Em
1932, Mestre Bimba fundou a primeira academia de capoeira do Brasil em Salvador. Mestre Bimba acrescentou movimentos de artes marciais e desenvolveu um estilo que passou a ser conhecido como Regional. Em contraponto, Mestre Pastinha pregava a tradição da capoeira com um jogo matreiro, de disfarce e ludibriação, estilo que passou a ser conhecido como Angola.

Capoeiristas históricos

Capoeira Angola
· Mestre Pastinha (Vicente Ferreira Pastinha) fundou a primeira escola de capoeira legalizada pelo governo baiano
·
Mestre João Grande Aluno de mestre Pastinha, Um dos mais importantes Mestres de Angola vivo e comanda hoje sua importante academia na cidade de Nova York.


Capoeira Regional
· Mestre Bimba (Manuel dos Reis Machado) criador da capoeira regional.
·
Mestre Eziquiel aluno de Bimba, divulgou a capoeira pelo mundo e foi um de seus maiores cantadores e compositores.
·
Mestre Capixaba Fundador da A.C.A.P.O.E.I.R.A. Um dos maiores mestres vivos. Difundiu e difunde a capoeira nos 5 continentes
OS CONTEÚDOS DO 3º TRIMESTRE ESTÃO TODOS ACIMA DESTA POSTAGEM

domingo, 1 de julho de 2018

2ºA e 2ºC (2º Trimestre)



ESPORTES RADICAIS                                                               2ºANO A e C

O termo radicalde aventura ou de ação é usado para designar esportes com maior grau de risco físico, dado às condições de alturavelocidade ou outras variantes em que são praticados. Muitas vezes o desporto de aventura é confundido com o turismo de aventura, por isso, quando na dúvida se Desporto ou Turismo de Aventura o termo "Atividade Física de Aventura" pode ser empregado por englobar ambos. Tais desportos são assim considerados por oferecerem mais riscos do que os desportos em geral, o que os torna mais emocionantes, já que exigem um maior esforço físico e maior controle emocional. No início, eram considerados esportes radicais a prática do paraquedismo, snowboard e voo livre. Com o tempo outras atividades foram incorporadas à lista dos desportos de aventura. Os esportes de aventura também podem estar relacionados a desportos na natureza, por envolverem escaladas, trilhas, montanhismo. A definição de esporte de aventura, também conhecido como esporte da natureza, surgiu no final da década de 1980 e início da década de 1990, quando foi usado para designar esporte de adultos como o paintballskydivingsurfealpinismomontanhismoparaquedismobungee jumpingtrekking , ciclismo de montanha, que antes eram esportes praticados por um pequeno grupo de pessoas, passaram a se tornar populares em pouco tempo. Uma característica de atividades semelhantes na visão de muitas pessoas é a capacidade de causar a aceleração da adrenalina nos participantes. De qualquer forma, a visão médica é que a pressa ou altura associadas com uma atividade não é responsável para que a adrenalina lance hormônios responsáveis pelo medo, mas sim pelo aumento dos níveis de dopaminaendorfina e serotonina por causa do alto nível de esforço psíquico. Além disto, um estudo recente sugere que haja uma ligação para a adrenalina e a "verdade"” dos esportes radicais. O estudo define os esportes radicais como um lazer ou atividade recreativa muito agradável, mas se tiver uma má administração poderão gerar acidentes e até a morte do praticante. Os esportes radicais podem incluir atividades individuais, coletivas, competitivas e não-competitivas. Alguns esportes radicais já existem há décadas e são passadas de geração a geração, um exemplo, de esporte radical que originalmente foi inventado séculos atrás foi o surf e o bungee jumping, ambos criados pelos nativos havaianos como forma de "teste" entre os homens da aldeia.

Exemplos de esportes radicais

Radicais comuns:
·         Arborismo;
·         Bungee Jumping
·         Kitesurf
·         Parkour
·         Paraquedismo

Radicais com máquinas a motor:
·         Corrida Aérea
·         Acrobacia Aérea
·         Motocross

Radicais de inverno:
·         Snowboard
·         Snowmobile

Radicais de verão:
·         BMX
·         Skate
·         Surfe

Outros Esportes Radicais:
·         Asa delta
·         Balonismo
·         Mergulho
·         Rapel

3ºA e 3ºB (2º Trimestre)


3º Ano A e B
Jogos cooperativos e jogos competitivos
O aumento da conscientização da necessidade de incentivar e desenvolver o espírito de cooperação, de participação numa comunidade, vem transformando profundamente o estilo de se trabalhar em grupo. A própria capacidade cooperativa é um quesito valorizado na hora de conseguir emprego, porque as pessoas estão descobrindo que não dá para ir muito longe sozinhas.
O conceito de jogos cooperativos teve início com Terry Orlick, pesquisador canadense que, a partir de estudos iniciados nos anos 70, desenvolveu o princípio destas atividades físicas cujos elementos primordiais são: a cooperação, a aceitação, o envolvimento e a diversão.
A ideia difundiu-se e hoje diversos autores desenvolvem jogos cooperativos aplicados à educação, administração de empresas e serviços comunitários.
Orlick questionou as regras dos jogos tradicionais e adaptou-os para transformá-los em jogos cooperativos. Neles o confronto é eliminado e jogam-se uns COM os outros, ao invés de uns CONTRA outros. A comunicação e a criatividade são estimuladas para se alcançar um objetivo comum.
No Brasil, Fábio Otuzi Brotto, autor do livro Jogos Cooperativos, é um dos precursores desse novo enfoque que visa, segundo ele, harmonizar o desenvolvimento da habilidade física com o desenvolvimento das potencialidades pessoais e coletivas dos alunos.
Nos jogos cooperativos existe cooperação, que significa agir em conjunto para superar um desafio ou alcançar uma meta, enquanto que nos jogos competitivos, cada pessoa ou time tenta atingir um objetivo melhor do que o outro. Ex.: marcar gols, cumprir um percurso em menor tempo, etc.
O quadro abaixo nos dá uma ideia das principais características dos dois tipos de jogos.

JOGOS COOPERATIVOS
JOGOS COMPETITIVOS
Visão de que "tem para todos"
Visão de que "só tem para uns"
Objetivos comuns
Objetivos exclusivos
Ganhar COM o outro
Ganhar DO outro
Jogar COM
Jogar CONTRA
Descontração
Tensão
A vitória é compartilhada
A vitória é somente para alguns

As atividades que privilegiam os aspectos cooperativos são importantes por contribuírem para o desenvolvimento do sentido de pertencer a um grupo, para a formação de pessoas conscientes de sua responsabilidade social, pois trabalham respeito, fraternidade e solidariedade de forma lúdica e altamente compensatória, levando a perceber a interdependência entre todas as criaturas. Nelas, ninguém perde, ninguém é isolado ou rejeitado porque falhou. Quando há cooperação todos ganham, baseados num sistema de ajuda mútua.

Os jogos competitivos, por sua vez, também têm seu papel, quando nos ensinam a lidar com a competitividade existente dentro de nós. Compreender a competição e as emoções relacionadas a ela. Afinal, a competição pode gerar diversos conflitos e emoções desagradáveis. Pode levar à comparação, frustração, ao sentimento de vitória ou de derrota, à exclusão, contudo, podem contribuir para ajustar a percepção destes momentos à sua verdadeira dimensão íntima, visando o equilíbrio.
Quando saudável, a competição pode permitir que uma pessoa chegue a um desempenho que dificilmente conseguiria alcançar sem a contraposição de outra. Segundo Schutz, a competição é prejudicial quando há a tentativa de trapacear, quando há um gasto excessivo de energia para ganhar ou, ainda, quando representa a diminuição do adversário. Do contrário, ela pode ser altamente positiva, preparando a pessoa inclusive para a competitividade da própria vida. Assim, a presença do outro em situações de comparação e disputa pode levar a um significativo aprimoramento cognitivo, afetivo, motor e social.


quarta-feira, 28 de março de 2018

2ºA 2ºC (1º Trimestre)

1º TRIMESTRE
2ºA e 2ºC (2018)

UTILIZAÇÃO DE GORDURAS DURANTE O EXERCÍCIO
As gorduras contribuem com aproximadamente 50% do total da produção de energia durante o repouso, o restante vem dos carboidratos.
 A quantidade de gordura utilizada durante o exercício depende do tipo de exercício. Exercícios prolongados com baixa intensidade aumentam à dependência de gordura, que pode contribuir com 80% ou mais das necessidades de energia no músculo. Se a intensidade do exercício aumenta, a dependência de gordura diminui.
Importante lembrar que nenhum exercício depende de gordura ou carboidrato exclusivamente, o metabolismo de ambas as fontes são importantes para o exercício.
A principal vantagem da gordura é seu alto conteúdo energético: 1 grama de gordura oferece cerca 9 calorias, enquanto 1 grama de carboidrato ou proteína oferece cerca de 4 calorias.
A gordura é uma fonte de energia muito mais concentrada.
Mas, as gorduras também têm suas desvantagens. Sua queima requer uma exigência absoluta de oxigênio, isto é; a gordura só pode ser queimada aerobiamente ao contrário dos carboidratos que podem ser queimados aerobiamente e por meios anaeróbicos.
Além do mais, a queima de gordura é muito mais lente, comparada com a dos carboidratos.
Um componente importante no metabolismo da gordura é o acido pantatênico, que é um componente do complexo de vitaminas B.
A realização de exercício aumenta o consumo de oxigênio, que é utilizado na oxidação das gorduras. O treino aumenta os níveis de enzimas que utilizam gorduras.



TIPOS DE CONTRAÇÕES MUSCULARES
Há três tipos básicos de contrações musculares:
- Isométrica;
- Isotônica concêntrica; e
- Isotônica excêntrica.
Uma contração isométrica ocorre quando o músculo se contrai, produzindo força sem mudar o seu comprimento. O músculo se contrai, mas nenhum movimento ocorre. O ângulo da articulação muda.
Uma contração isotônica pode ser dividida em concêntrica e excêntrica. Uma contração concêntrica ocorre quando há movimento articular, o músculo diminui e as fixações musculares se movem em direção uma da outra.
Uma contração excêntrica ocorre quando há movimento articular, mas o músculo parece alongar, quer dizer, as extremidades se distanciam.

1. Contrações concêntricas
a) Fixações musculares se movem juntas, em direção uma da outra.
b) O movimento se faz contra a gravidade.
c) Se o movimento acontece com gravidade, o músculo está usando uma força maior do que a força da gravidade.

2. Contrações excêntricas
a) As fixações musculares se movem para longe uma da outra.
b) O movimento ocorre com gravidade.


CLASSIFICAÇÃO DOS MÚSCULOS
Os músculos agonistas: são os agentes principais na execução de um movimento. Geralmente são os músculos que se contraem ativamente, sendo que além daqueles que produzem movimentos. Por exemplo, o tríceps do braço é um agonistas para a extensão do cotovelo, por outro lado, o bíceps do braço é agonista para a flexão do cotovelo, também é denominado músculo principal do movimento.

Os músculos antagonistas: são aqueles que possuem ação anatômica oposta à dos agonistas, seja para regular a rapidez ou a potência desta ação. Assim, o bíceps do braço é antagonista do tríceps do braço com relação à extensão do cotovelo. O antagonista tem o potencial de se opor ao agonista, mas geralmente se relaxa enquanto o agonista trabalha.

Os músculos sinergistas: são os músculos que se contraem ao mesmo tempo dos agonistas, porém não são considerados os principais responsáveis pelo movimento ou manutenção da postura, também é chamado de agonistas secundários. São músculos que dão suporte aos agonistas. Exemplo: O Deltoide é sinergista na flexão do cotovelo. 


--------------------------------------FIM DO CONTEÚDO DO 2º ANO-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

sexta-feira, 16 de março de 2018

9ºA e 9ºB (1º Trimestre)

1º TRIMESTRE (2018)
9ºB e 9ºC



POSICIONAMENTO DOS JOGADORES EM QUADRA E SUAS FUNÇÕES

As posições dos jogadores de voleibol são regidas pelas zonas da quadra, de forma que, quando ocorre o rodízio, cada jogador passe por esse posicionamento, ou seja, todos os jogadores atuarão em todas as posições da quadra. Podemos citar quatro funções dos jogadores de voleibol:

      a)      Passador: é muito importante, pois, para que a equipe possa ter um ótimo ataque, é importante e necessário ter jogadores que saibam receber bem o saque da equipe adversaria.
      b)      Bloqueador: tem como função parar o ataque da equipe adversaria, geralmente é um jogador alto, forte e preciso;
      c)      Levantador: é o jogador responsável por preparar a bola para o ataque, normalmente, o levantador prepara a bola para um atacante fazer uma cortada para a quadra adversaria;
      d)     Cortador: geralmente é um jogador mais alto e com maior impulsão, chamado também de atacante ou finalizador.
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REGRA 7.4 (posicionamento)

7.4 Posicionamento
No momento em que a bola é colocada em jogo pelo sacador, cada equipe deve estar posicionada dentro da sua própria quadra de jogo, (exceto o sacador) conforme a ordem de saque.

7.4.1 As posições dos jogadores são numeradas assim:

7.4.1.1 os três jogadores que se encontram posicionados ao longo da rede, formam a linha de ataque e ocupam as posições: 4 (ataque-esquerda), 3 (ataque-centro) e 2 (ataque-direita) .

7.4.1.2. Os outros três jogadores são os jogadores de defesa e ocupam as posições: 5 (defesa-esquerda), 6 (defesa-centro) e 1 (defesa-direita).

7.4.2. Posições relativas entre os jogadores
7.4.2.1. Cada jogador da linha de defesa deve estar posicionado mais afastado da rede que o jogador correspondente da linha de ataque.

7.4.2.2. Os jogadores da linha de ataque e os jogadores da linha de defesa, respectivamente, devem estar posicionados lateralmente, como indicado na regra 7.4.1.

7.4.3. As posições dos jogadores são determinadas e controladas de acordo com a colocação de seus pés no solo, como segue:

7.4.3.1. Cada jogador da linha de ataque deve ter, pelo menos, parte de seu pé mais próximo da linha central do que os pés de seu correspondente jogador da linha de defesa;

7.4.3.2. Cada jogador lateral direito (ou esquerdo) deve ter pelo menos parte do seu pé mais próximo da linha lateral, direita (ou esquerda) que os pés do jogador do centro da sua linha.

7.4.4. Depois do toque do saque, os jogadores podem se deslocar e ocupar qualquer posição na sua própria quadra e na zona livre.


SISTEMAS DE JOGO 6X0 e 4X2

Sistema 6 x0
No 6x0, todos os jogadores podem fazer o levantamento e todos os jogadores podem fazer o ataque. Geralmente o jogador que faz o levantamento encontra-se na zona de defesa da sua quadra.

RODÍZIO 6X0




Sistema 4 x 2
É considerado um sistema mais avançado que o 6x0. Nele, a equipe é composta por quatro cortadores e dois levantadores, sendo assim, mesmo ocorrendo rodízio, haverá dois cortadores para um levantador.
RODÍZIO 4X2




quinta-feira, 9 de novembro de 2017

TEXTO PARA PESQUISA 9º ANO (4º BIMESTRE)

“Espelho, espelho meu... existe alguém mais
bela do que eu?...”
Vivemos numa sociedade em que tudo o que está ao nosso redor interfere, de certa forma, nossos pensamentos e nossas ações. O círculo de amigos, a religião, as relações sociais, as relações no trabalho, a influência da mídia são alguns dos fatores que nos tornam o que somos.
Somos sobrecarregados de informações que nos influenciam, e isso se reflete no modo como nos relacionamos no mundo. Neste sentido, as diferentes indústrias desenvolvem pesquisas e novas tecnologias tentando alcançar um número cada vez maior de consumidores.
Assim, pela padronização do consumo, que determina vontades e vaidades, nós acabamos perdendo uma das características fundamentais do ser humano que é a singularidade. As gordurinhas localizadas, as estrias, as celulites, as rugas compõem o rol de aspectos indesejados que não são bem vistos ao nos referirmos à questão da aparência. O mercado de consumo atento a esses aspectos desenvolve mecanismos e produtos para satisfazerem as necessidades criadas por essa mesma lógica de consumo, principalmente para aquelas pessoas que nunca estão satisfeitas com a própria aparência.
Todas essas supostas imperfeições são alvo de enormes investimentos da indústria de cosméticos e das academias, que criam variados artefatos, cada vez mais sofisticados, com o objetivo de adaptar os corpos às exigências da sociedade. O caminho a ser percorrido por aqueles que almejam o modelo ideal de corpo não é simples. Ao contrário, exige muita vigilância e sacrifícios numa “árdua rotina de exercícios” e outros meios artificiais de luta contra a balança e contra o espelho.
A imagem “ideal” de corpo, desejada por algumas pessoas, está baseada exclusivamente na aparência e, para reforçar essa idéia, há várias personalidades famosas na mídia que têm a sua imagem intensa e constantemente veiculada como modelo de “corpo perfeito”.
Conforme o estudo de Vaz (2004), alcançar “contornos corporais ideais”, sem intervenções artificiais como bisturis, utilizando apenas a prática de atividade física, não é assim tão fácil. Isso significa que não é com a prática de uma atividade física realizada uma vez ou outra que será possível chegarmos às formas corporais descritas anteriormente.
Pois bem, é preciso muita “malhação” e sacrifícios, o que faz com que algumas pessoas travem “batalhas” incessantes e incansáveis com a balança, com o espelho, com dietas e os exercícios físicos, sem contar as dolorosas incisões cirúrgicas, para aqueles com possibilidades financeiras que buscam resultados mais rápidos.
Os sacrifícios são considerados válidos para se obter um corpo “sarado” e estão associados a uma “malhação” bem sucedida. Tal malhação é, muitas vezes, confundida com a sensação de dor. Quantas vezes ouvimos as pessoas dizendo que fizeram ginástica e não sentiram “dor”, então a prática dessa atividade não deve ter tido efeito. Estas são questões idealizadas pela grande maioria da população? Ou será que essas são apenas preocupações de uma parcela da população, que tem condições financeiras de pagar para ter acesso a tais práticas? Quantas pessoas se submetem às dietas malucas, exercícios frenéticos ou até a medicamentos proibidos ou duvidosos para perder alguns “quilinhos”? E você, já parou para pensar no que gostaria de “melhorar” nessa ou naquela parte do seu corpo? Até que ponto tais preocupações não seriam fruto da influência daqueles padrões divulgados pela mídia?

terça-feira, 7 de novembro de 2017

TEXTO PARA PESQUISA (1ºANO) 4° Bimestre



Moda, Mídia e Juventude (1°Ano A, B e C)

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O termo moda, entendido como “uma forma de imitação que leva à disputa geral por símbolos superficiais e instáveis de status”, (SIMMEL, apud TRINCA, 2004, p.50), vem ao encontro do termo “moda do corpo”. Esta evidenciada pela mídia como o modelo do corpo jovem, moldado por meio dos exercícios físicos, ou transformado por cirurgias plásticas e/ou consumindo determinados produtos que prometem contribuir para tal êxito. Os meios de comunicação expressam uma ideia de valorização exagerada da juventude, através do consumo, do ritmo de vida, da atualização em relação às novas tecnologias e do individualismo, que é comum a alguns jovens em determinada idade. Esse é um ideal social apresentado como modelo de sucesso que garante a felicidade concreta, capaz de mudar nossas vidas. Nesse sentido, faz-se necessária uma leitura crítica daquilo que é veiculado pela mídia.
O cuidado com o corpo está passando por uma crescente atenção por parte de toda a mídia e da sociedade em geral, é fácil de perceber. Basta notar o número de clínicas de emagrecimento, novas academias, diferentes modalidades de exercícios físicos, pesquisas sobre calçados e roupas esportivas, suplementos alimentares, entre outros. Essa concepção de cuidado com o corpo procura transformar o corpo em mercadoria.
As pesquisas na área de saúde estão cada vez mais se diversificando, para atender aos anseios dos consumidores, nos quais as recentes tecnologias adotadas além de dar novas formas ao corpo, impõem regras e limites, diminuindo ou influenciando a liberdade de ação do próprio indivíduo. O ser humano é manipulado de tal forma que o movimento por ele produzido deixa de ter expressão, sentido e espontaneidade, produzindo, assim, o “ser humano ideal” (para o capitalismo).
(Página 217 do livro didático de Educação Física)

TEXTO PARA PESQUISA (2ºANO) 4° Bimestre

Indústria da Juventude (2°Ano A e B)

O homem, ao buscar o corpo perfeito, torna-se um produtor e, ao mesmo tempo, consumidor da indústria da juventude, sendo facilmente manipulado ou usado para tal fim.
Sobre essa realidade, Ortega Y Gasset afirma que “as modas atuais estão pensadas para corpos jovens, e é tragicômica a situação de pais e mães que se vêem obrigados a imitar seus filhos na indumentária” e ainda “não se trata de fingir uma mocidade que se ausenta de nossa pessoa, mas o modo adotado pela vida objetiva é o juvenil, e nos força sua adoção. Como com o vestir, acontece com todo o resto: os usos, prazeres, costumes, modas estão talhadas à medida dos efebos.” (ORTEGA Y GASSET, 1959, p. 294).
Devemos assumir nossas realidades, aproveitando as experiências adquiridas ao longo do tempo, deixando de ser o que querem que sejamos, mas assumindo o que queremos ser.
Quais as atitudes que devemos ter perante circunstâncias comuns presentes em nosso dia-a-dia, como propagandas de beleza parecidas com estas: Essa indústria da juventude combate, de forma implícita, um “inimigo” denominado velhice, o qual pode estar associado a temores de morte, do aparecimento de doenças, que podem levar a um isolamento social. Quando a indústria da juventude refere-se à terceira idade, esse idoso assume características semelhantes aos grupos mais jovens, que têm vitalidade, alegria, prazeres. O termo terceira idade remete a uma continuação e não a um fim, tornando os idosos consumidores potenciais de tal indústria.

O Massacre do Corpo

Em nossa sociedade, o corpo é explorado, além das formas de produção que são evidentes, como o desgaste produzido durante a jornada de trabalho, tornando o corpo máquina. Outro fator que cresce assustadoramente, pressuposto do capitalismo, é o massacre do consumo, pois, por meio dos ideais vigentes, as pessoas são induzidas a consumir, para não se sentirem excluídas do contexto social. A moda e a mídia também fazem parte da cultura e são instrumentos poderosos de afirmação cultural. Por meio delas, a cultura pode influenciar o modo de agir e ser das pessoas. Pode impor idéias e conceitos a serem seguidos, mas que, geralmente, servem aos interesses das classes dominantes.
O culto ao corpo está cada dia mais presente nas campanhas publicitárias, relacionando este culto à saúde e bem estar das pessoas, divulgando novas e diversas fórmulas para conseguir esses corpos valorizados e aceitos socialmente na busca incessante de uma identidade social. De acordo com esse anseio, a moda é utilizada como “arquivo e vitrine do ser/aparecer, sugerindo comportamentos e atitudes, fabricando selfs performáticos por meio de sutis recriações dos conceitos de verdade, de bem e de belo”. (VILLAÇA, 1999, p. 57).

Mas o que é Belo?

A noção de belo coincide com a noção de objeto estético só a partir do século XVIII; antes da descoberta da noção de gosto, o belo não era mencionado entre os objetos produzíveis e, por isso, a noção correspondente não se incluía naquilo que os antigos chamavam de poética, isto é, ciência ou
arte da produção. Podem ser distinguidos cinco conceitos fundamentais de belo, defendidos e ilustra dos tanto dentro quanto fora da estética:
1° o belo como manifestação do bem;
2°) o belo como manifestação do verdadeiro;
3°) o belo como simetria;
4°) o belo como perfeição sensível e
5°) o belo como perfeição expressiva.

Segundo Platão, só à beleza, entre todas as substâncias perfeitas, “coube o privilégio de ser a mais evidente e a mais amável”. Por isso, na beleza e no amor que ela suscita, o homem encontra o ponto de partida para a recordação ou a contemplação das substâncias ideais.
(Fonte: ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de Filosofia. 4 ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000, p. 105-106.)